quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Esportes

Vasco x Grêmio

Em um jogo muito movimentado e aberto, o Vasco permitiu o empate do Grêmio após ter dois gols de vantagem no segundo tempo. Gabriel, aos 43 minutos da etapa final, deixou tudo igual: 3 a 3, neste sábado, em São Januário, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Éder Luís, Cesinha e Felipe Bastos marcaram para o time carioca. Jonas, duas vezes, tinha feito os outros gols dos gaúchos.

Foi o sétimo empate em casa do Vasco neste Brasileirão. O 14º em 28 jogos no campeonato. Já o Grêmio provou mais uma vez estar em franca ascensão após a chegada de Renato Gaúcho. São sete jogos sem perder. Atualmente está na sétima posição com 43pontos.



Fonte: Globoesporte.globo.com

Onde os fracos não tem vez

Jogo de gente grande em São Januário. Havia peso, história, garra, determinação, heroísmo, técnica e improviso em campo. Vasco e Grêmio, cada qual com sua maneira, fizeram uma grande partida. E só mesmo o mais infame dos destinos para decretar empate final de 3 a 3 num duelo onde nenhum dos desafiantes jogou para empatar. A torcida vascaína vaiou o time no fim, desconsolada com mais uma igualdade concedida no final. Respeita-se o grito da arquibancada, mas foi exagerado. O Vasco jogou bem, no limite, e só não venceu porque a capacidade de reação do Grêmio, de Renato Gaúcho, é invejàvel e, para quem ainda não conhece, histórica.

O título do post remete ao faroeste vanguardista de Javier Barden. Naquele filme, o personagem do ator espanhol aniquilava quem cruzasse a sua frente. Hoje, na tarde cinzenta e nublada na Colina Histórica, Vasco e Grêmio entraram de cartucheira cheia para resolver suas respectivas missões no primeiro golpe. Mas não foi bem assim. O outro lado sempre tinha réplica. Talvez essa tenha sido a principal mensagem do desafio de São Januário. Nunca houve desistência. Ninguém fraquejou. Houve erros, mas ninguém teve medo. Pipocar era proibido.

Jogo com destaques claros e que não deixaram dúvida sobre o peso de cada um. O Vasco teve impecáveis Eder Luis, Zé.Roberto e Felipe. O Grêmio tinha Jonas, Douglas e, num plano inferior, André Lima. E foram eles os comandantes do duelo ao cair da noite em São Januãrio.15 minutos do primeiro tempo. Zé Roberto dá passe espetacular para Eder Luis, Conclusão perfeita.41 minutos do primeiro tempo. Passe de Douglas. De costas para o gol, Jonas gira em cima de Dedé e empata. Outro bonito gol.Logo depois, o Vasco fica novamente à frente graças a uma cabeçada de Cesinha. E, já no segundo tempo, aumentou numa cobrança de falta de Felipe Bastos.3 a 1. Acabou? Óbvio que não. Há desafios que parecem não ter fim. Os dois times estavam esgotados, mas não paravam. O Grêmio em cima. O Vasco com contra-ataques agudos.Jonas arranca. Passa para André Lima, que faz a parede e, com o calcanhar, deixa Jonas na cara de Fernando Prass. 3 a 2. E, aos 42min, cochilo de Ernãni e gol de Gabriel.Foi mesmo um jogo de gigantes. Disputado à última potência da intensidade e da entrega. Só mesmo o charme de um 3 a 3 cheio de detalhes de roteiro para ilustrá-ló melhor. Não, não havia mesmo nenhuma possibilidade de os fracos terem vez nesse emblemático confronto sob a colina de São Januário.Jogo com destaques claros e que não deixaram dúvida sobre o peso de cada um. O Vasco teve impecáveis Eder Luís, Zé.Roberto e Felipe. O Grêmio tinha Jonas, Douglas e, num plano inferior, André Lima. E foram eles os comandantes do duelo ao cair da noite em São Januãrio.

15 minutos do primeiro tempo. Zé Roberto dá passe espetacular para Eder Luis. Conclusão perfeita.

41 minutos do primeiro tempo. Passe de Douglas. De costas para o gol, Jonas gira em cima de Dedé e empata. Outro bonito gol.

Logo depois, o Vasco fica de novo à frente graças a uma cabeçada de Cesinha. E, já no segundo tempo, aumentou numa cobrança de falta de Felipe Bastos.

3 a 1. Acabou? Óbvio que não. Há desafios que parecem não ter fim. Os dois times estavam esgotados, mas não paravam. O Grêmio em cima. O Vasco com contra-ataques agudos.

Jonas arranca. Passa para André Lima, que faz a parede e, com o calcanhar, deixa Jonas na cara de Fernando Prass. 3 a 2. E, aos 42min, cochilo de Ernâni e gol de Gabriel.

Foi mesmo um jogo de gigantes. Disputado à última potência da intensidade e da entrega. Só mesmo o charme de um 3 a 3 cheio de detalhes de roteiro para ilustrá-lo melhor. Não, não havia mesmo nenhuma possibilidade de os fracos terem vez nesse emblemático confronto sob a colina de São Januário.





Fonte: colunas.sportv.globo.com/lediocarmona

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Este é o Grêmio

Lá vai Jonas. Pressiona o zagueiro, faz uma tabela, arranca a passadas de puro sangue inglês. A confiança em cada chute faz parecer que Jonas não carrega nenhuma lembrança do tempo em que era vaiado. Deixou André Lima debaixo do gol, regulou a canhota para o chute colocado e para o míssil de longo alcance, cabeceou na trave esquerda, cabeceou na direita. Corresponde à obra de muitos atacantes ao logo de todo este campeonato. Jonas fez tudo isso em quarenta e cinco minutos.

É a segurança em forma de centroavante. Recebeu um passe pelo alto, vindo de Lúcio. A bola poderia bater em seu peito e espirrar para o zagueiro, mas ficou pingando à sua frente. Jonas não é canhoto, não estava próximo ao gol, já havia deixado o seu. O futebol protocolar que nos assola pedia que Jonas ajeitasse o corpo, retrocedesse, tocasse de lado. Mas o que tem Jonas com o futebol protocolar? A bola que pinga o faz lembrar a decisão que tomou ainda jovem, sem saber se era arte ou ofício: fazer gols. Um chute de almanaque que descreveu uma parábola, diriam os velhos locutores. Um chute que faz o torcedor pensar “daí, Jonas?”. Sim, daqui mesmo, responde o fazedor de gols, e à medida que a bola viajava o silêncio da dúvida virava o burburinho que antecede o gol, é gol?, sim, gol!, e lá vai Jonas. Lá vai Jonas, redimindo os outros que se pretendiam goleadores, de todos os times, de todas as cores. Sofre o pênalti, converte o pênalti. Há um time ao seu redor, um bom time, que está compacto, que vem de quatro vitórias seguidas, que nas mãos de Renato Portaluppi tem aproveitamento de campeão. Mas passe de longe, crônica do jogo, porque este texto é de Jonas, e por isso vê certa beleza poética no último lance da noite, do chute para fora com o goleiro driblado, como se o artilheiro dissesse que é preciso guardar gols para outras noites, outras tardes, para outros goleiros que serão driblados.

Jonas chorou. Dezessete gols no campeonato, sessenta e nove com a camisa do Grêmio, oitavo maior goleador em um clube de grandes goleadores. Logo chegará a Paulo Nunes, Loivo e Renato. Mais uma temporada e passará Osvaldo, mais outra e alcançará Baltazar. Jonas está entre os grandes, e por isso chorou: “Só eu sei o que eu passei aqui. Estou muito feliz com o meu momento aqui”. Por isso eu disse que parece, só parece que Jonas não carrega nenhuma lembrança do tempo em que era vaiado. Só ele sabe o que passou. E os goleiros vão pagar a conta. Avante, fazedor de gols.




FONTE: http://colunas.sportv.globo.com/lediocarmona/

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Grêmio 4 x 0 Prudente

Quatro vitórias consecutivas, melhor campanha do segundo turno e artilheiro isolado. Essas são as credenciais que o Grêmio apresenta aos torcedores para seguir sonhando com a classificação à Taça Libertadores. No início da noite desta quarta-feira o tricolor gaúcho vitimou o Prudente, com fácil vitória por 4 a 0, no Estádio Olímpico, pela 28ª rodada do Brasileirão. Jonas - três vezes - e André Lima fizeram os gols do Grêmio, oitavo colocado com 42 pontos.



Fonte: Globoesporte.globo.com

Imortal só existe um

Copeiro e Peleador